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Relatório de reunião UTFPR – 26/10
Relatório de reunião
Data: 26/10 Local: UTFPR Hora: 18h50 Duração: 48min
Compareceram: André Patz, André Shikay, Gustavo Tonietto e Líber Paz
Falamos sobre a visita à biblioteca da Gazeta, sobre os livros analisados e sobre as entrevistas -poucas- de até então.
- Para a próxima reunião devemos definir/identificar o público alvo para nosso impresso, se mais velho, infanto-juvenil ou pesquisador;
- Levantar algo à respeito da história gráfica;
- Produzir textos para o projeto, baseando-se nas imagens fotografadas na visita de mesmo dia, separando-os em capítulos:
- História da Gazeta;
- História da Gazetinha;
- Logotipia;
- Capas;
- Produção Gráfica;
- Depoimentos e Entervistas;
- Personagens e Desenhos;
- Anúncios;
- e Matérias.
- Definir se vamos abordar mais o Gráfico ou o Nostálgito;
- Apresentar opções de leiaute;
- Apresentar projeto para capa;
- Monografia
- Introdução (por enquanto aguardar);
- Pesquisa – Gazetinha:
- O que é?;
- História;
- Justificativa da importância do projeto;
- Entrevistas.
- Projeto:
- Linhas do projeto do livro;
- Definição do público-alvo;
- Metodologia;
- Alternativas;
- Desenvolvimento.
- Conclusões (aguardar);
- Anexos:
- Entrevistas;
- Questionários;
- Relatórios;
- Imagens;
- Etc.
- Pesquisar diagramação com o Lúcio Barbeiro, designer gráfico da Gazeta, pesquisar também na Fnac, Gibiteca ou Itiban.
Resumo – Projeto Gráfico
Resumo – Projeto Gráfico
COLLARO, ANTONIO CELSO. Projeto Gráfico: teoria e prática da diagramação. São Paulo: Summus, 2000.
Cálculo de Textos
Para calcular um corpo de entrelinha sem recorrer ao cálculo automático de um software de diagramação (como Pagemaker ou Indesign, por exemplo), primeiramente defini-se a área a ser impressa a partir das margens, números de colunas, etc. Com a família tipográfica definida, faz-se uma média de quantos caracteres dessa família cabem numa linha impressa desse material, num tamanho específico de corpo. Divide-se então o número total de caracteres do texto por esse número de caracteres que cabem numa linha, para saber quantas linhas cabem em uma página, divide-se esse número pelo valor do tamanho de corpo da fonte para obter a altura da composição em pontos e multiplica-se esse valor por 0,351 mm (se na unidade anglo-americana, baseada em polegadas, de mesmo valor que o pixel) para obter o valor correspondente no sistema métrico. Compara-se então o valor em mm com o tamanho da mancha gráfica desenhada para a página, seuindo o projeto. Caso o valor seja inferior, aumenta-se o número da entrelinha, por exemplo, se estava a usar uma fonte com corpo 8 e entrelinha 8, passa-se a usar um corpo 8/10, aumentando a entrelinha em 2 pontos. Caso o valor ainda não chegue a satisfazer o projeto, passa-se então a utilizar um corpo maior, ao invés de aumentar ainda mais o espaço de entrelinhas, como no exemplo passaria a ser 10/10.
Uso e Técnica da Cor
O Círculo Cromático consiste numa estrela de seis pontas, com as cores posicionadas em primárias (amarelo, magenta e ciano) e secundárias (vermelho, verde e azul violeta). “Ao estudo do comportamenro dos indivíduos relacionado ‘a influência da cor, denominamos sinestesia.”
Parâmetros qua auxiliam na definicção das cores:
Preto: morte, luto e infortúnio; elegância e distinção;
Violeta: misticismo, meditação;
Lilás(nuância): Magia;
Cinza: tristeza, angústia e desânimo; sujeira;
Vermelho: alegria, força e vitalidade.
Púrpura: severidade, riqueza e dignidade;
Cereja: sensualidade;
Verde: estabilidade;
Amarelo: atividade;
Laranja: radiação e expansão; efervecência, fogo, inmidade e calor;
Azul: profundidade;cor preferida pelos adultos, exprime lembranças distantes; calma; dinamismo; viagens imaginárias;
Branco: pureza, paz e solidão;
Marrom: realismo, pés no chão.
As cores se relacionam a formas da seguinte maneira:
Amarelo: triângulo;
Azul: círculo;
Verde: quadrado.
“As cores claras e quentes ampliam a superfície do suporte, diminuindo psicologicamente a sensação de peso. O inverso acontece com as cores frias e escuras, que aumentam a sensação de peso.”
No uso de cores complementares próximas umas das outras, a tendência é a ilegibilidade e é preciso uma mistura leve entre elas, ou ter uma das cores enfraquecida com a adição de branco.
A quantidade de branco ou de preto numa cor determina a sua saturação ou luminosidade.
O Suporte
Formatos padronizados: Série AA, BB e CC. No Brasil é largamente aplicada a série BB – formato 66x96cm-, apesar da série AA ser mais conhecida, por ser o formato de papel sulfite padrão A4 (21×29,7cm) o mais usado em impressões caseiras e em escritórios.
Quando da conceituação de simetria ou assimetria aplicada em composições, procura-se calcular um ponto referencial na página. O CENTRO GEOMÉTRICO é encontrado ao se traçar diagonais e determinar o ponto central em que se cruzam, este é um leiaute simétrico. Já o leiaute assimétrico é o usado em composições que impera o CENTRO ÓTICO, determinado ao se traçar mais duas diagonais no retângulo superior ou inferior resultante do centro geométrico e cruzando os pontos de intersecção.
Leis compositivas:
Leis Gerais:
Unidade: caracteres, ilustrações, formatos, etc.
Ritmo: “sucessão harmoniosa dos movimentos do layout”
Leis Específicas: Variedade, Harmonia, Destaque, Contraste, Equilíbrio, Simetria, Intensidade, Elementos Materiais
Uns dos métodos de se determinar a área viva numa página de um livro é através do uso de régua e compasso. Traça-se uma perpendicular na página (da esquerda para a direita no caso de ser uma página de esquerda), fixa-se a ponta seca do compasso no ponto extremo superior que toca a perpendicular e traça-se um arco do ponto correspondete inferior até o extremo da página. Desse ponto desenha-se uma linha paralela a linha-base da página e, da interseção dessa linha com a diagonal define-se o ponto inferior do retângulo da mancha gráfica. O ponto superior da página determina o ponto superior inverso. Posiciona-se então esse retângulo desenhado mais centralizado na página, dessendo-o pela diagonal até o ponto em o arco a toca.
Partes de que se compõe um livro
CAPA: invólucro do livro;
PÁGINA DE GUARDA: páginas em branco, na frente e no verso;
FALSO TÍTULO: o título da obra;
FRONTISPÍCIO/PÁGINA DE ROSTO: contêm informações como o nome do autor, título, editorImpresso sempre em página ímpar;
RETROFRONTISPÍCIO/PÁGINA DE CRÉDITOS: verso da página de rosto. Autor, copyright, ano, edição, ficha catalográfica, etc;
DEDICATÓRIA: impresso sempre em página ímpar;
PREFÁCIO: comentário a respeito da obra;
INTRODUÇÃO;
MIOLO;
ÍNDICE;
CALOFÃO: registro da gráfica que a imprimiu;
ERRATAS;
SOBRECAPA: película envolvente da capa;
ABA/ORELHA: prolongamento da capa, que pode ou não trazer informações impressas.
Resumo – Grid
Resumo – Grid
SAMARA, TIMOTHY. Grid: Construção e Desconstrução. São Paulo: Cosac Naify, 2007
“As vantagens de trabalhar com um grid são simples: clareza, eficiência, economia e identidade.”
Para uma construção adequada do grid, o autor apresenta duas fases. A primeira é a de avaliação da informação e do material. Nessa fase, projeta-se o espaço para conter adequadamente o número e tamanho das imagens, títulos e texto. Na segunda fase, dispõe-se o conteúdo de acordo com o grid formatado.